Iniciado na terça-feira passada no rádio, o horário eleitoral gratuito promovido pelas coligações que disputam a Prefeitura Municipal e a Câmara Municipal de Vereadores de Santa Cruz do Capibaribe apresentou desde sua estréia alguns pontos negativos em relação a sua estrutura e sonorização.
As coligações em alguns momentos não atentaram para a dimensão que a utilização desse espaço pode gerar para a campanha e encheram os ouvidos dos eleitores com alguns minutos desperdiçados com jogadas de marketing dispensáveis.
Em relação a alguns políticos que disputam uma vaga na Casa Doutor José Vieira de Araújo o que se pode observar foram candidatos nervoso lendo o texto e passando ao ouvinte exatamente sua insegurança e provável despreparo. Vale a seguinte dica para os políticos santa-cruzenses: atentem para a elaboração de um guia dinâmico e renovado com linguagem simples e entendível, afinal o ouvido do eleitor não merece algumas práticas que vocês estão executando no guia eleitoral.
As coligações em alguns momentos não atentaram para a dimensão que a utilização desse espaço pode gerar para a campanha e encheram os ouvidos dos eleitores com alguns minutos desperdiçados com jogadas de marketing dispensáveis.
Em relação a alguns políticos que disputam uma vaga na Casa Doutor José Vieira de Araújo o que se pode observar foram candidatos nervoso lendo o texto e passando ao ouvinte exatamente sua insegurança e provável despreparo. Vale a seguinte dica para os políticos santa-cruzenses: atentem para a elaboração de um guia dinâmico e renovado com linguagem simples e entendível, afinal o ouvido do eleitor não merece algumas práticas que vocês estão executando no guia eleitoral.
Em alguns pontos concordo plenamente com melqui, mas no ponto em que vc diz que candidato nervoso lendo texto passam uma insegurança e provável despreparo eu discordo plenamente, pois para ser um bom vereador ou um bom prefeito, não precisa ser um orador e sim um pessoa que sirva a população.
ResponderExcluirQuando alguém decide entrar para a política e concorrer a um cargo público deve, pelo menos, ter um razoável domínio da palavra, seu principal instrumento de trabalho. A palavra não é apenas um código, ela realiza coisas: convence as pessoas, persuade, faz algo acontecer no mundo, é ação, atividade. Falta a alguns aspirantes políticos mais preparo, tanto para promover sua própria campanha, quanto para exercer a função de vereador.
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