8 de fevereiro de 2008

Tapioca

Como bem frisou o escritor Bruno Bezerra em seu artigo intitulado ´´Direito à sonegação``, na verdade em todo esse ´´furdunço``´(algazarra, alarde) que está ocorrendo sobre os tais cartões corporativos, onde a ministra Dilma tanto defende explicando que os mesmos proporcionam total transparência ou que outros afirmam serem necessários a segurança do presidente, de seus familiares e de outros funcionários nossos (afinal, todo e qualquer ocupante de cargo público é na verdade funcionário do povo, de mim de você e de todos nos) o povo está sendo tratado igual tapioca, sendo dobrado.
Em seu artigo Bruno escreve ´´nada retratou tão bem a maneira como a máquina governamental trata uma considerável parcela do dinheiro arrecadado com os impostos``.
E olhem que a iguaria nem merece essa comparação, já que se bem preparada fica uma delicia. Mas o fato é que assim é que funciona, cartão de crédito com limites exorbitantes para uns poucos (é claro a afirmação é que é necessário para a segurança deles) enquanto outros milhões de brasileiros vivem a mercê de uma ajuda do governo federal, o ´´bolsa-familia``.E para completar agora se pretende instalar mais uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar os gastos com esse tipo de regalia desde o governo FHC.

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