A barragem de Tabocas - uma das principais do Agreste e responsável pelo abastecimento das cidades de Toritama e Santa Cruz do Capibaribe - está sangrando desde o início da manhã da última segunda-feira. O cenário vem atraindo a atenção de muitos curiosos e nem de longe lembra a situação verificada no começo do ano, quando acumulava apenas 10% de sua capacidade total, correndo até mesmo o risco de colapso. Mas, também tem despertado atenção devido a um vazamento na parede próxima ao sangradouro e de rachaduras na terra que dá sustentação ao paredão.
Alguns moradores da região, que costumam apreciar a barragem sempre que ela sangra denunciaram à Folha a situação de abandono dos órgãos responsáveis pela sua manutenção. Segundo eles, a passarela erguida há alguns anos não resistiu à ação do tempo e acabou cedendo, no ano passado. Por sorte, sem fazer qualquer vítima, sendo ainda possível ver parte de sua estrutura coberta pela água, que segue em direção a um riacho, que deságua no Rio Capibaribe.
Na barreira que dá sustentação ao sangradouro são visíveis os problemas. Alguns agricultores alegam que as rachaduras e erosões estariam ocorrendo devido à presença de um formigueiro. “Foram os próprios agricultores que colocaram veneno no formigueiro, pois a Compesa nunca se importou com o estado da barragem. Nosso temor é que se repita a enchente verificada em 77, quando a água levou todo o paredão”, alertou o agricultor José Rosemiro da Silva, 39, nascido e criado nas proximidades da barragem.
Os agricultores ainda informaram que, devido a ação das formigas, a área estaria oca, com risco de desabamento, caso ocorra acúmulo d’água. “O paredão trincou desde a última enchente, em 2004. Foi quando as formigas começaram a ocupar os espaços. De lá para cá, nada foi feito”, lamentou Rosemiro.
Alheios ao perigo, por enquanto a barragem vem servindo de atração aos moradores da região, principalmente das cidades abastecidas por sua água, a exemplo de Santa Cruz do Capibaribe. “Fiz questão de vir conferir de perto se a barragem estava realmente sangrando, pois não acreditávamos que isso pudesse acontecer, pois até bem pouco tempo ela estava praticamente seca”, afirmou o sulanqueiro Ednaldo Torres do Nascimento, 50, que fez questão de trazer uma sobrinha para acompanhar de perto o belo espetáculo proporcionado com a água caindo pelo sangradouro.
Os mais corajosos arriscavam até mesmo alguns mergulhos, aproveitando o raro momento de dispor da barragem com sua total capacidade de armazenamento d’água. “Eu que não me arriscava a dar um mergulho. Até mesmo ficar por aqui faz medo”, avaliou o agricultor José Ivonaldo dos Santos, 25, morador da vila de Mandaçaia, zona rural do Brejo da Madre de Deus, que observava do paredão, o volume d’água acumulado pela barragem. A reportagem da Folha ainda tentou por duas vezes falar com a gerência regional da Compesa, porém os responsáveis pelas informações estavam inspecionando a barragem do Jucazinho. A barragem, localizada na Zona Rural de Caruaru, tem capacidade para acumular 14 milhões de m³ d’água.
Alguns moradores da região, que costumam apreciar a barragem sempre que ela sangra denunciaram à Folha a situação de abandono dos órgãos responsáveis pela sua manutenção. Segundo eles, a passarela erguida há alguns anos não resistiu à ação do tempo e acabou cedendo, no ano passado. Por sorte, sem fazer qualquer vítima, sendo ainda possível ver parte de sua estrutura coberta pela água, que segue em direção a um riacho, que deságua no Rio Capibaribe.
Na barreira que dá sustentação ao sangradouro são visíveis os problemas. Alguns agricultores alegam que as rachaduras e erosões estariam ocorrendo devido à presença de um formigueiro. “Foram os próprios agricultores que colocaram veneno no formigueiro, pois a Compesa nunca se importou com o estado da barragem. Nosso temor é que se repita a enchente verificada em 77, quando a água levou todo o paredão”, alertou o agricultor José Rosemiro da Silva, 39, nascido e criado nas proximidades da barragem.
Os agricultores ainda informaram que, devido a ação das formigas, a área estaria oca, com risco de desabamento, caso ocorra acúmulo d’água. “O paredão trincou desde a última enchente, em 2004. Foi quando as formigas começaram a ocupar os espaços. De lá para cá, nada foi feito”, lamentou Rosemiro.
Alheios ao perigo, por enquanto a barragem vem servindo de atração aos moradores da região, principalmente das cidades abastecidas por sua água, a exemplo de Santa Cruz do Capibaribe. “Fiz questão de vir conferir de perto se a barragem estava realmente sangrando, pois não acreditávamos que isso pudesse acontecer, pois até bem pouco tempo ela estava praticamente seca”, afirmou o sulanqueiro Ednaldo Torres do Nascimento, 50, que fez questão de trazer uma sobrinha para acompanhar de perto o belo espetáculo proporcionado com a água caindo pelo sangradouro.
Os mais corajosos arriscavam até mesmo alguns mergulhos, aproveitando o raro momento de dispor da barragem com sua total capacidade de armazenamento d’água. “Eu que não me arriscava a dar um mergulho. Até mesmo ficar por aqui faz medo”, avaliou o agricultor José Ivonaldo dos Santos, 25, morador da vila de Mandaçaia, zona rural do Brejo da Madre de Deus, que observava do paredão, o volume d’água acumulado pela barragem. A reportagem da Folha ainda tentou por duas vezes falar com a gerência regional da Compesa, porém os responsáveis pelas informações estavam inspecionando a barragem do Jucazinho. A barragem, localizada na Zona Rural de Caruaru, tem capacidade para acumular 14 milhões de m³ d’água.
Fonte: www.folhape.com.br
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