
Há um bom tempo as viagens dos estudantes universitários à Campina Grande transcorriam dentro da normalidade, no entanto a paz foi quebrada ontem.O fato é que desde sempre os ânimos entres os estudantes das universidades públicas e alguns (fazemos questão de frisar esse alguns, pois não são todos, existem pessoas sociáveis no meio deles) componentes das faculdades particulares se estranham.A convivência é conturbada, porém na medida do possível, os estudantes vinham levando adiante. Até mesmo a junção das contas foi proposta e foi aceita. Porém, o tempo passa o tempo voa e percebe-se que é praticamente impossível de se relacionar com essa meia dúzia de pessoas que apenas querem ´´atrapalhar`` o processo, nesse caso o processo do conhecimento.E então somos levados a pensar que é mais proveitoso para os prejudicados, no caso o grande grupo, romper toda e qualquer relação com essas ´´figuras`` e numa linguagem bem clara deixar eles dançar.Mas está tudo bem, está tudo legal!
O barco prossegue e com uma frase resumimos todo esse ´´fuzuê``(lembrando para quem não conhece essa palavra ou para aqueles que se acham muito superiores para estar cientes de que tão estranho vocábulo seja esse, ele significa: furdunço, zoada, muído, mundiça, briga, baixaria e todos os adjetivos pejorativos que possam caracterizar atitudes pequenas): ´´Só vão adiante aqueles capazes de enxergar o mundo que existe ao seu redor e que não se limitam a viver em detrimento de seu umbigo``.
4 comentários:
Muito pertinente o seu comentário a respeito do que aconteceu ontem no ônibus, Melqui. Não seria lógico continuar a divisão feita na terça-feira, tendo em vista que o percurso dos ônibus é diferente. Por isso que eu tratei de avisar que era necesário fazer a troca de ônibus, o que seria bom para todos, mas infelizmente ainda tem pessoas que agem de forma estúpida, creio que no único intuito de tulmutuar e perturbar a paciência daqueles que têm compromisso com seus cursos e universidades. São e foram atitudes como essas que motivaram a maioria a decidir, em abril de 2007, que o melhor seria separar as turmas. Quando tudo parece estar calmo, começa tudo de novo! Espero que não se repita! Ninguém suporta mais esse tipo de coisa!
Fico preocupado, quando vejo que todo esta celeuma parte da classe universitária do nosso município. Classe essa de onde se espera o futuro, o progressoe e a conciênia democrática. Independente de ser UFPB ou UEPA ou qualquer outra universidade, como poderemos ter respeito pelos futuros "DOUTORES", se eles não se respeitam a sí mesmos? Por favor, não tentem justificar para o povo, façam um exame de conciência e vejam se isso é comportamento de pessoas civilizadas.
Marcos Antonio (Conselheiro)
Só uma correção: é UEPB e não UEPA, como o "Marcos Antonio (Conselheiro)" falou.
O que foi exposto por Melqui e comentado por mim, nada tem a ver em justificar o comportamento de alguém. Só quem presenciou sabe realmente o que aconteceu e do que se trata. Apenas foi feito um desabafo que, repito, só quem está inserido neste contexto é capaz de entender melhor. Não se deve esperar das pessoas o que elas serão e farão no futuro, mas sim o que elas são capazes de ser e fazer no cotidiano. Comportamentos podem ser melhorados e adaptados, mas cabe a cada um se conscientizar. Não se deve generalizar estendendo à classe universitária um caso isolado de pessoas que agem com estupidez para tumultuar e gerar confusão. Um caso como esse é exceção e não via de regra, pois a maioria, por mais que possa divergir em opiniões, procura respeitar ou pelo menos tolerar. No mais é isso.
Concordo com Rosangela quando ela diz que comportamentos podem ser melhorados, mas carater não se muda e é o que vimos apenas uma pessoa mal intensionada fez este fuzuê, agora eu não concordo e no outro dia foi até o escritório da empresa e fiz minha denuncia verbal e se possivel farei por escrito o motorista do ônibus desobedecer ordem da empresa por conta de uma pessoa mal intensionada e ainda quando alunos foram reclamar ao motorista ele falar que quem manda no ônibus é ele. Eu aprendi diferente mim ensinaram que o mais importante para uma empresa são seus clientes, mas os tempos vão evoluindo na mentes de alguns isto talvés tenha invertido.
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