Chuva forte, muita água e apreensão em Santa Cruz do Capibaribe
O fato é que choveu bastante durante a noite e como a cidade invadiu o curso normal do riacho e do rio encontra-se apreensiva com a invasão das águas.
No bairro São Jorge, mais precisamente na Avenida Biu de Deda, a água já tomou conta da via e começava pela manhã a invadir as casas da região.
A Prefeitura Municipal através das secretarias já começou a remover as famílias do local.
É necessário que quem more na região ribeirinha saia de casa e leve consigo seus pertences, pois mesmo com toda precaução não se sabe o que pode acontecer daqui para frente. Caso as barragens da região comecem a estourar uma catástrofe poderá estar se configurando.
Chamamos a atenção de todos para que isso possa ser evitado. Quanto ao quadro atual, vale lembrar também que o poder público deve ficar ciente de que passando esse tumulto ações, que já deveriam ter sido tomadas a um bom tempo, devem ser efetuadas no sentido de retirar as residência das áreas ribeirinhas a fim de evitar que novamente possa se repetir o episodio de 2004, quando a chuva forte e o estouramento das barragens provou perdas materiais e muito transtorno.
É necessário que esse problema seja sanado, afinal não se admite uma cidade tão rica e promissora exista tanta desigualdade e concentração de construções irregulares como as que beiram o Tapera.
Porem lembramos que o mais importante é que todos mantenha a calma, afinal nenhuma barragem estourou(como foi noticiado por uma emissora da região) e segundo o poder público a situação está sob controle. Mas fiquemos atentos, afinal é melhor prevenir do que remediar.
Legenda: Foto 1- Avenida Biu de Deda, Foto 2 e 3 – Vila Augusto, Foto 4- Riacho próximo ao Açude de Poço Fundo, Foto 5- Vila Augusto, Foto 6 – Passagem molhada para o distrito de São Domingos( Brejo da Madre de Deus) e Foto 7- Toyota retirando os móveis de uma família nas proximidades da Escola Especial Virgilina Pererira, que aquela altura já estava cheia de água.
Um comentário:
A imprensa chapa branca de Santa Cruz ignora o desperdício de dinheiro público em construir uma escola no curso das águas do Riacho Tapera. E assim, toda vez que chega água no Riacho Tapera, é a mesma coisa na Escola Especial, danos materiais, perda de equipamentos, correria para tentar salvar documentos e retirar alunos.
Por que será que ninguém chama a atenção para isso? E vc Melqui, fala que é preciso tirar as famílias das áreas ribeirinhas; quanto à Escola Especial, o que você defende?
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