Ariano Suassuna: um espetáculo
A abertura da Festa das Dálias, que aconteceu ontem (dia 02 de julho), contou com a presença do Secretário de Cultura do Estado, Ariano Suassuna, que em aula-espetáculo mostrou o potencial da cultura pernambucana, levando aos que estavam na platéia músicas do compositor Antônio Madureira.Durante a aula o Suassuna, reafirmou o quanto não gosta de título de secretário, contou estórias e histórias da sua vida, alfinetou personalidades, defendeu a música popular e mostrou-se um apaixonado pela língua portuguesa, mostrando-a como bela e exaltando a sua riqueza de palavras, fez comparações com outras línguas, afirmou-se mentiroso e o q
uanto tem orgulho de ser brasileiro.É unânime a idéia de que sozinho Ariano Suassuna já é um espetáculo, porem o professor falou ainda sobre projetos do Governo do Estado, como o “Pernambuco conhece Pernambuco” e o “Pernambuco Nação Cultural”, apresentou seus magníficos dançarinos e fez questão de destacar o contraste de seu grupo com outros grupos que utilizam até mesmo nomes estrangeiros como Stret-dance, reafirmando sempre a necessidade de valorização da cultura brasileira e da língua portuguesa.
Ariano concedeu ainda entrevista ao repórter Roger Casé da filiada da Rede Globo no agreste pernambucano, a TV Asa Branca. 
Ariano falou sobre música: “do ponto de vista de usar música não-brasileira eu sou contra, mas, por exemplo, essa quadrilha nova que esta aparecendo eu não sou contra, não. Pelo seguinte, porque a quadrilha não é um espetáculo de origem popular, a quadrilha é de classe média e ela é uma manifestação cultural europeizada e essa forma que estão fazendo, no meu entender, é uma reinterpretação brasileira desse gênero musical e dançarino estrangeiro”.
Após uma gostosa exposição, onde Ariano fez sorrir bastante os que estavam presentes no local(a aula foi realizada no Caíque) aplaudiram vertiginosamente o escritor que encerrou brincando dizendo que não tem pretensão de morrer tão cedo.

Ariano falou sobre música: “do ponto de vista de usar música não-brasileira eu sou contra, mas, por exemplo, essa quadrilha nova que esta aparecendo eu não sou contra, não. Pelo seguinte, porque a quadrilha não é um espetáculo de origem popular, a quadrilha é de classe média e ela é uma manifestação cultural europeizada e essa forma que estão fazendo, no meu entender, é uma reinterpretação brasileira desse gênero musical e dançarino estrangeiro”.
Após uma gostosa exposição, onde Ariano fez sorrir bastante os que estavam presentes no local(a aula foi realizada no Caíque) aplaudiram vertiginosamente o escritor que encerrou brincando dizendo que não tem pretensão de morrer tão cedo.
Fonte: Monicky Mel
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