Dengue, esquistossomose, leishmaniose e doença de chagas. Esses são os principais alvos da Secretaria de Saúde de Taquaritinga do Norte. E para acabar com tais problemas no município, duas semanas de ca
pacitação (de 02 a 13 de fevereiro) habilitaram 15 agentes de endemias para realizarem as campanhas de combate.Como o carro chefe é a dengue uma semana inteira da capacitação foi dedicada só a essa doença.
Palestras, treinamentos, instruções teóricas e práticas foram dadas por nove agentes educadores, profissionais vindos da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e da 4ª Gerência Regional de Saúde.
Os agentes visitaram casas da cidade e da zona rural e realizaram um trabalha educativo com os moradores, explicando-lhes os modos de combate de cada doença.
Os agentes de endemias foram divididos em grupos para que cada um se especializasse contra alguma doença. “Foram duas semanas muito proveitosas, agora estamos aptos para imunizar o município e garantir uma melhor qualidade de vida aos taquaritinguenses”, afirmou Sidcley de Moura, agente capacitado em doença de chagas.
Para o educador José Hilton Oliveira, a capacitação teve resultados positivos. “De uma forma geral, os agentes municipais tiveram uma boa participação e aprovação para desenvolverem as campanhas junto às comunidades”, disse.
Palestras, treinamentos, instruções teóricas e práticas foram dadas por nove agentes educadores, profissionais vindos da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e da 4ª Gerência Regional de Saúde.
Os agentes visitaram casas da cidade e da zona rural e realizaram um trabalha educativo com os moradores, explicando-lhes os modos de combate de cada doença.
Os agentes de endemias foram divididos em grupos para que cada um se especializasse contra alguma doença. “Foram duas semanas muito proveitosas, agora estamos aptos para imunizar o município e garantir uma melhor qualidade de vida aos taquaritinguenses”, afirmou Sidcley de Moura, agente capacitado em doença de chagas.
Para o educador José Hilton Oliveira, a capacitação teve resultados positivos. “De uma forma geral, os agentes municipais tiveram uma boa participação e aprovação para desenvolverem as campanhas junto às comunidades”, disse.
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