Drogas: política de redução de danos.
Defendo que as drogas devem ser tratadas como uma questão de saúde pública. Seus usuários dependentes são doentes, não criminosos, e devem ser atendidos por serviços assistenciais com o intuito de reduzir os riscos a que estão expostos, como problemas familiares, escolares ou do trabalho, bem como doenças como orvedose, Aids e outras.
O que se percebe é que apenas ações repressivas estão sendo feitas para combater esse mal, mas a forte repressão policial não impede que haja altos índices de usuários,
conforme existe nos Estados Unidos, onde há grande repressão, porém, o país é o maior consumidor mundial de drogas ilícitas.Uma das ações que vem sendo desenvolvida em nossa cidade, é a criação do Conselho Antidrogas pela Secretaria de Defesa Social do qual farei parte, juntamente com o conselheiro Edimauro, representando o Conselho Tutelar.
É preciso, além da repressão, utilizar estratégias que façam diminuir as conseqüências maléficas do consumo. Isto é conhecido como Política de Redução de Danos que já foram implementação com sucesso, principalmente na Europa.
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Gilson Julião
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