19 de março de 2009

Drogas: política de redução de danos.

Uma das coisas que mais tem afligido a sociedade é o uso de drogas, principalmente entre jovens e adolescentes. Em comum, as drogas têm o poder de causar dependência e efeitos maléficos devastadores para o organismo humano. Porém, vale lembrar que existem dois tipos de usuários, os dependentes e os ocasionais.
Defendo que as drogas devem ser tratadas como uma questão de saúde pública. Seus usuários dependentes são doentes, não criminosos, e devem ser atendidos por serviços assistenciais com o intuito de reduzir os riscos a que estão expostos, como problemas familiares, escolares ou do trabalho, bem como doenças como orvedose, Aids e outras.
O que se percebe é que apenas ações repressivas estão sendo feitas para combater esse mal, mas a forte repressão policial não impede que haja altos índices de usuários, conforme existe nos Estados Unidos, onde há grande repressão, porém, o país é o maior consumidor mundial de drogas ilícitas.
Uma das ações que vem sendo desenvolvida em nossa cidade, é a criação do Conselho Antidrogas pela Secretaria de Defesa Social do qual farei parte, juntamente com o conselheiro Edimauro, representando o Conselho Tutelar.
É preciso, além da repressão, utilizar estratégias que façam diminuir as conseqüências maléficas do consumo. Isto é conhecido como Política de Redução de Danos que já foram implementação com sucesso, principalmente na Europa.
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Gilson Julião

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