OUVINDO CONSELHOS
Pedofilia: silêncio rasgado
A pedofilia ficou m
ais visível devido às denúncias que estão sendo feitas cada vez mais. A própria imprensa tem dado visibilidade a esse tema nas suas programações. Dois fatores contribuíram para isso: o aumento da disseminação de informações sobre o tema e a aplicação de algumas normas previstas no Estatuto da Criança e Adolescente.
No caso do artigo 245 que obriga professores, profissionais de saúde e responsáveis por creches a comunicar ao Conselho Tutelar qualquer suspeita de maus tratos contra crianças e adolescentes que observarem. Depois que o Conselho Tutelar é comunicado, os pais ou responsáveis são notificados, ou se deslocam até o local para checar a denúncia. Caso o conselheiro constate o crime ou avalie que a suspeita possa ter procedência, o passo seguinte é avisar a polícia.
O aumento do acesso das crianças ao tema também ajuda a fazer com que elas entendam que se trata de um crime. Muitas crianças ou adolescentes, por desconhecerem, consideravam naturais certas condutas.
Embora raramente relatem o abuso, as vítimas de pedofilia, em decorrência do trauma, costumam apresentar mudanças de comportamento ou sintomas físicos. Os mais comuns são dores na região genital, dificuldade pra urinar ou defecar, sangramentos inesperados, comportamentos erotizados, como falar de sexo com freqüência e a fazer perguntas sobre o assunto, depressão constante, vergonha, medos excessivos e queda repentina no rendimento escolar.
Portanto, se observarem alguns dos sintomas acima, todos devem comunicar o fato ao Conselho Tutelar para que sejam tomadas as medidas cabíveis.
No caso do artigo 245 que obriga professores, profissionais de saúde e responsáveis por creches a comunicar ao Conselho Tutelar qualquer suspeita de maus tratos contra crianças e adolescentes que observarem. Depois que o Conselho Tutelar é comunicado, os pais ou responsáveis são notificados, ou se deslocam até o local para checar a denúncia. Caso o conselheiro constate o crime ou avalie que a suspeita possa ter procedência, o passo seguinte é avisar a polícia.
O aumento do acesso das crianças ao tema também ajuda a fazer com que elas entendam que se trata de um crime. Muitas crianças ou adolescentes, por desconhecerem, consideravam naturais certas condutas.
Embora raramente relatem o abuso, as vítimas de pedofilia, em decorrência do trauma, costumam apresentar mudanças de comportamento ou sintomas físicos. Os mais comuns são dores na região genital, dificuldade pra urinar ou defecar, sangramentos inesperados, comportamentos erotizados, como falar de sexo com freqüência e a fazer perguntas sobre o assunto, depressão constante, vergonha, medos excessivos e queda repentina no rendimento escolar.
Portanto, se observarem alguns dos sintomas acima, todos devem comunicar o fato ao Conselho Tutelar para que sejam tomadas as medidas cabíveis.
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Gilson Julião
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