22 de maio de 2009

A culpa é de Ney?

Algum desavisado pode está se perguntando isso hoje, depois de ter ouvido alguns pronunciamentos na sessão de ontem, onde o radialista Ney Lima teve sua ética colocada em cheque após a divulgação, na Rádio Comunidade FM, de denuncias que foram apresentadas pelo Ministério Público contra o ex-prefeito José Augusto Maia. Até parece que virou moda, na Capital da Moda, confundir competência com desonestidade.

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César Mello

6 comentários:

Anônimo disse...

O que fazem com José Augusto Maia é uma afronta ao princípio da dignidade humana, consagrado pela constituição federal como um dos mais importantes princípios de respeito a vida humana.
É bem verdade que houve a denúncia oferecida pelo ministério público, cuja sua função é defender os interesses da sociedade através de uma denúncia, bem como atuar como fiscal da lei. O ministério público tem o dever legal de fazer a denúncia, é obrigado a fazer a denúncia independentemente de o réu ser culpado ou não.
No direito há uma regra chamada de “publicidade dos atos processuais,” que conquiste na informação primeiramente ao réu do processo que há conta os seus atos, isto ocorre com o propósito de a justiça ser realizada de forma ampla, evitando a má fé de terceiros contra o réu. E só depois de o réu ter a notícia oficial da denúncia ( por meio de oficial de justiça) é que se pode vir ao conhecimento da imprensa.
Pois foi exatamente o contrário que ocorreu, a imprensa foi informada entes do réu, o que fere gravemente o princípio da dignidade humana, uma vez que, por imprudência e falta de conhecimento do repórter Ney Lima, a informação foi feita sem procurar saber se o réu tinha tomado conhecimento oficial da denúncia, prejudicado a defesa do réu perante a sociedade, pois foi pego de surpresa.
A atitude de Ney Lima foi plenamente irresponsável e irreparável a honra do nosso Irmão José Augusto Maia e do ponto de vista da ética jornalista totalmente parcial! O interessante é que o termo quadrilha utilizado por Ney despertou a fertilidade imaginária da população, teve gente até que pensou que José Augusto Maia fazia parte de grupo de extermínio!
Só que para a lei a quadrilha ocorre quando existe um crime praticado por quatro ou mais agentes em um ato ilícito, mas porque será que ney não esclareceu isso?

Anônimo disse...

Parabens Ney Lima pela competencia. É de profissionais como vc que esse pais precisa. Santa Cruz agradece!

Anônimo disse...

Descordo!
Venho aqui parabenizar o reporter Ney Lima pelo furo, ao contrário do que o irmão anônimo falou, os jornalistas não tem de ficar esperando o réu ser comunicado pela justiça de uma investigação, (que não acredito q o ex-prefeito -Tadinho- não soubesse que tava sendo acusado - Ele não seria tão igenuo.. o bichim, mas se vc acha... espero que vc ganhe um belo presente do Papai Noel este ano).
Ele está sendo acusado de um crime grave, ao invez de colocar a culpa na imprensa ele deveria era ir pra o rádio se explicar e não ficar colocando papa na boca do povo..op´s! quis dizer via de acesso... pois isso era sua obrigação!!

Anônimo disse...

só concuindo...
se fosse o contrário, ou seja, se não fizesse, o roubo era maior ainda, pois se fez era pq havia recurso...

Melk Leão disse...

Ha muitas colocações postas por este anônimo que eu teria muito prazer em falar e debatero q falar sobre o assunto, mas por se tratar de alguem q não tem coragem de por a cara, fico aqui triste com a corvadia das pessoas de não se mostrarem pra debater-mos tais assuntos com uma maior clareza....

Nivaldo disse...

Não há crime perfeito, cedo ou tarde a verdade aparece.
A mesma pessoa que se diz ser vítima de armação da oposição e de jornalistas, outro dia falou que bem ou mal falasse dele pois ex é esquecido.
Portanto vamos deixar que o Ministério Público resolva e no final com toda certeza vamos fazer um bom julgamento para o qual ele merece.
É pena que em nossa cidade ainda existem pessoas com pouca informação e acredita em tudo que certos políticos falam, se fosse o contrário seria difícil a reeleição para esse tipo de pessoa que além de enganar ainda convence uma pequena parcela da população de que é o melhor para a nossa Cidade.