STF derruba a obrigatoriedade do diploma para exercer o jornalismo, você concorda?
Decisão do STF, a não obrigatoriedade do diploma para o jornalismo é resultado de solicitação do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo (Sertesp) e pelo Ministério Público Federal (MPF). Mesmo com o pedido da exigência do diploma por parte do Tribunal Regional Federal da 3ª região, os ministros optaram por oito votos a um pela não exigência do diploma.
Dos 11 ministros que compõem o STF oito votaram favoráveis e um contra (esse o mais sensato, o do ministro Marco Aurélio Mello). Os ministros Menezes Direito e Joaquim Barbosa não participaram do julgamento.
A alegação, nada convincente por sinal, de alguns ministros como o Cezar Peluso, por exemplo, é de que fatos parecidos em outros países deram mostras de que o jornalismo sempre pôde ser bem exercido sem qualquer exigência de curso de nível superior.Vencido no julgamento, o ministro Marco Aurélio Mello afirmou que o jornalista deveria ter uma formação básica que viabilize a atividade profissional, que repercute na vida do cidadão em geral.
Cabe uma reflexão, será que um desses ministros aceitaria ser atendidos por um cirurgião sem formação adequada? Ou você teria coragem de ser defendido por um advogado sem curso superior e sem a aprovação da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil)?
Porque podem reclamar dizer que não é a mesma coisa, mas nada convence de que não seja. Pois da mesma forma que a medicina e o direito exigem a formação acadêmica e cursos de aperfeiçoamento e reciclagem, o jornalismo e mais ainda o publico (leitores, ouvintes e telespectadores) merecem ter o devido respeito, ética e profissionalismo.
Essa vulgarização do jornalismo abre espaço para que alguns ditos ´´jornalistas`` atuem de forma sórdida, inescrupulosa e baixa. Fazendo assim com que as pessoas generalizem quando alguma atitude abominável e ante-profissional for executada por esses pesudocomunicadores.
Qual sua opinião, você concorda com isso? Participe de nossa enquete.
Um comentário:
Quanto ao Jornalista ser bom ou ruim, ético ou anti-ético, isto caberá aos ouvintes-leitores-telespectadores selecionar o que melhor lhe couber a seus ouvidos, bom, Democracia, não? Até o direito de se informar por inutilidades, necedades, absurdos, mentiras e afins, tal como o direito de o fazer (?)
Bom, discordo quanto a isto, mas, sob ponto de vista Democrático; Todo cidadão tem direito de optar ao que quer vincular a sua informação, tal como o meio, conteúdo, veracidade e ética em tal informação.
Discordo ferrenhamente disto, mas respeito.
Quanto à ética e responsabilidade no Jornalismo, jornalescos carniceiros por exemplo 'do tipo que exibe foto de cadáveres em blogs e jornalescos mesmo', os Jornalistas mais éticos, responsáveis e de bom-senso podem criticar tal conduta, isto que não vejo fazê-lo, semrpe têm demasiada cautela, talvez receio em fazer 'inimizades', mas não deve haver inimizades à partir de meras divergências de opiniões e posturas, inimizades devem existir à aprtir da falta de respeito, o que é diferente.
Cabe ao público igualmente ter responsabilidade e selecionar o melhor para si, mas claro: O público estaria apto a escolher entre este ou àquele Jornalista?
Claro que não, por isso a necessidade dos formadores de opinião, sobretudo os mais éticos e responsáveis darem seu parecer, fazerem os demais mudarem sua conduta.
Seria ótimo e excelente a vigência de um estatuto de ética no Jornalismo, estatuto este que não vejo nenhum Jornalista se mobilizar, tampouco os menos qualificados, éticos e responsáveis.
Quanto à minha opinião no fato em si; Se entra em uma faculdade, se estuda 4 anos, se faz inúmeros trabalhos/provas, se vai a congressos, se qualifica pro exercer da profissão com ética e profissionalismo, nada mais justo de que o reconhecimento pela profissão, isto não é apenas ética, mas sensatez, justiça e questão de lógica, mas isto não passa de minha opinião pessoal!
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